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domingo, 24 de julho de 2011

IMAGENS QUE DIZEM TUDO













O URUGUAI CAMPEÁO




URUGUAI 3 X 0 PARAGUAI
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates, Martín Cáceres (Godín); Álvaro González, Diego Pérez (Eguren), Arévalo, Álvaro Pereira (Cavani); Forlán e Luis Suárez.
Justo Villar; Verón, Da Silva, Marecos, Piris (Hernán Pérez); Ortigoza, Riveros, Enrique Vera (Estigarribia), Victor Cáceres; Valdez e Lucas Barrios (Zeballos).
Técnico: Óscar Tábarez
Técnico: Gerardo Martino
Gols: Luis Suárez, aos 11 do primeiro tempo; Diego Forlán, aos 41 do primeiro tempo e aos 44 do segundo tempo
Cartões amarelos: Martín Cáceres, Diego Pérez, Álvaro Pereira (Uruguai); Victor Cáceres (Paraguai)
Estádio: Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (Argentina). Data: 24/7/2011. Árbitro: Sálvio Spínola (Brasil). Assistentes: Márcio Santiago (Brasil) e Francisco Mondría (Chile).

SUAREZ






Confirmando o favoritismo e comandados pela dupla Fórlan e Suárez, o Uruguai não deu chances para o Paraguai na final da Copa América nesta tarde e venceu o adversário por 3 x 0, no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, na Argentina. Com esta conquista, os uruguaios levaram a competição pela 15º vez, tornando-se o maior vencedor da história nesta disputa.

Fórlan e Suárez fazem a diferença no Monumental de Nuñez
Queridinha da torcida sul-americana desde o início desta Copa América, a seleção uruguaia não demorou muito para confirmar o favoritismo desta final diante dos paraguaios. Logo aos onze minutos, a Celeste abriu o placar. O craque Fórlan deu mais uma demonstração de gênio ao dar um lindo passe para Suárez tocar na saída de Villar. A bola ainda bateu na trave antes de estufar as redes.

Depois desse gol, o Paraguai evoluiu, mas faltava naquele momento um jogador de criatividade para dar um suporte para Haedo Valdez e Pablo Zeballos. Por esse motivo, o Uruguai, comandado por Fórlan, não vacilou e ampliou antes de terminar a etapa incial. Aos 41, o melhor jogador da última Copa do Mundo recebeu passe de Arévalo dentro da grande área e bateu com muita categoria, no cantinho do goleiro paraguaio.

Uruguai mantém posse de bola e levanta o caneco da Copa América
Precisando reverter o placar na segunda etapa, o Paraguai partiu para o tudo ou nada diante do Uruguai e antes dos dez minutos criou uma boa chance de diminuir o prejuízo. Néstor Ortigoza enfiou boa bola para Valdez na área e o atacante paraguaio conseguiu acertar o travessão de Muslera em um lindo voleio.

Mas, muito inferior tecnicamente e mostrando bastante desgaste físico, os paraguaios tiveram dificuldades em penetrar na área uruguaia, que manteve a posse de bola durante os 45 minutos finais. Contudo, antes de terminar o jogo, Fórlan ainda deixou sua marca. Aos 44, o meia entrou na área paraguaia e tocou com na saída de Villar, fazendo a festa no Uruguai.

Ficha Técnica
Uruguai 3 x 0 Paraguai
Local: Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (ARG).
Data: 24/07/2011 (domingo).
Horário: 16h.
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes (BRA).
Assistentes: Márcio Santiago (BRA) e Francisco Mondría (CHI).

Uruguai - Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates e Martín Cáceres (Godin); Álvaro González, Diego Pérez (Eguren), Arévalo Ríos e Álvaro Pereira (Cavani); Luis Suárez e Diego Forlán. Técnico: Oscar Tabárez.

Paraguai - Villar; Dario Verón, Elvis Marecos, Paulo da Silva e Iván Piris (Hernán Pérez); Néstor Ortigoza, Cristian Riveros, Enrique Vera (Marcelo Estigarribia) e Víctor Cáceres; Nelson Haedo Valdez e Pablo Zeballos (Lucas Barrios). Técnico: Gerardo Martino.
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URUGUAI CAMPEÁO DA AMERICA 2011

Uruguai vence e vira o maior campeão da Copa América
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O Uruguai venceu o Paraguai por 3 a 0, neste domingo, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, e se tornou o maior campeão da história da Copa América. O país festejou o seu 15.º título e ultrapassou a Argentina, justamente o país anfitrião desta edição da competição, que tem 14 conquistas e foi eliminado pelos uruguaios nas quartas de final.
Luis Suárez e Forlán (2) foram os autores dos gols do triunfo do Uruguai, que não era campeão continental desde 1995, quando derrotou o Brasil nos pênaltis, em Montevidéu, na decisão. E os uruguaios não chegavam à final desde 1999, quando perderam para os brasileiros no jogo que valeu o título.
O troféu deste domingo também consolida a grande fase vivida pelo futebol uruguaio, que conquistou a surpreendente quarta colocação na Copa do Mundo de 2010, avançou à final da última Copa Libertadores com o Peñarol e agora festeja o título da mais importante competição do continente. O Brasil, dono de oito títulos da Copa América e que ganhou quatro das cinco edições anteriores do torneio, viu sua hegemonia ser encerrada pelos uruguaios.
A conquista também garantiu ao Uruguai uma vaga na Copa das Confederações de 2013, que será realizada no Brasil e já conta também com a presença garantida do país anfitrião, da Espanha (atual campeã do mundo) e do México (campeão da Copa Ouro).
O JOGO - No duelo deste domingo, o Uruguai foi o senhor das ações em quase todo o tempo e justificou o favoritismo anunciado antes da final diante de um adversário que chegou para disputar o título sem ter conseguido vencer sequer uma partida no tempo normal. Em sua campanha, empatou duas vezes com o Brasil, a quem eliminou nos pênaltis nas quartas de final.
Pressionando desde o início, o Uruguai abriu o placar logo aos 11 minutos. Após bola desviada por um paraguaio, Suárez recebeu pelo lado direito da área, deu um corte em Verón e chutou forte para a bola ainda desviar no próprio Verón, bater no pé da trave direita de Villar e entrar no gol.
O gol foi o quarto de Suárez nesta Copa América, na qual ele terminou como vice-artilheiro, atrás apenas do peruano Guerrero, com cinco bolas na rede.
Suárez, por sua vez, esteve muito presente no ataque durante todo o jogo e por pouco não ampliou o placar aos 24 minutos, antes de dar grande passe para Forlán, aos 32, e ver o atacante chutar em cima de Villar quando estava cara a cara com o goleiro.
Aos 41 minutos, porém, o Uruguai não perdoou. Arévalo roubou a bola na defesa paraguaia e rolou no lado esquerdo da área para Forlán, que entrou batendo de primeira com violência no canto esquerdo baixo de Villar.
Curiosamente, Forlán não marcava um gol desde a Copa do Mundo de 2010, quando foi eleito o melhor jogador da competição na África do Sul.
Na etapa final, o Paraguai chegou a esboçar uma reação ao acertar o travessão logo aos 8 minutos em bonito chute de Haedo Valdez e ainda obrigou Muslera a duas boas defesas em outras duas investidas no ataque.
Porém, o Uruguai era superior e liquidou de vez a fatura aos 44 minutos. Em rápido contra-ataque, Suárez recebeu pelo meio e tocou de cabeça para Forlán invadir livre pela esquerda e tocar rasteiro na saída de Villar: 3 a 0.
Ficha técnica:
Uruguai 3 x 0 Paraguai
Uruguai - Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates e Cáceres (Godin); González, Pérez (Eguren), Arévalo e Álvaro Pereira (Cavani); Forlán e Suárez. Técnico: Oscar Tabárez.
Paraguai - Villar; Piris, Da Silva, Verón e Marecos; Cáceres (Pérez), Ortigoza, Vera (Estigarribia) e Riveros; Zeballos (Barrios) e Haedo Valdez. Técnico: Gerardo Martino.
Gols: Suárez, aos 11, e Forlán, aos 41 minutos do primeiro tempo e aos 44 do segundo.
Árbitro: Salvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-Brasil).
Cartões amarelos: Maxi Pereira, Coates, Cáceres e Pérez (Uruguai); Vera e Cáceres (Paraguai).
Público e renda: não disponíveis.
Local: Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires (ARG).

sábado, 16 de julho de 2011

A COMEMORACÁO DOS CRAQUES URUGUAIOS



O DERROTADO MESSI



O CRAQUE FORLAN



O HEROI MUSLERA



O ELEFANTACO URUGUAIO

16/07/2011 21h58 - Atualizado em 17/07/2011 02h19
Tevez perde pênalti, goleiro Muslera brilha e Uruguai elimina a Argentina
Argentino de nascimento, camisa 1 da Celeste defende chute de Carlitos na disputa de cobranças após empate de 1 a 1. Seleção de Messi cai em casa
Por Marcos Felipe e João Paulo Garschagen Direto de Santa Fé, Argentina
No estádio conhecido como Cemitério dos Elefantes, um gigante sul-americano teria de ficar pelo caminho neste sábado. E quem tombou foi a Argentina, que perdeu nos pênaltis para um aguerrido Uruguai após o 1 a 1 no tempo normal. A Celeste Olímpica repete, ainda que em menor escala, o Maracanazo da Copa do Mundo de 1950, quando derrotou o Brasil na final na mesma data: 16 de julho.
A seleção de Diego Forlán levou a melhor nos pênaltis por 5 a 4, em Santa Fé, e se garantiu nas semifinais da Copa América de 2011. O nome do jogo foi um atleta nascido em Buenos Aires, mas filho de uruguaios. O goleiro Fernando Muslera foi o herói da Celeste com grandes intervenções na etapa regular do confronto e ainda pegou uma cobrança de Carlitos Tevez na disputa de pênaltis depois da prorrogação sem gols. Isso tudo sem falar que os uruguaios tiveram um jogador a menos desde os 37 minutos do primeiro tempo até os 41 da etapa final. Diego Peréz foi expulso, enquanto Mascherano também recebeu o vermelho, mas quase no fim do tempo normal.
Na próxima terça-feira às 21h45m (de Brasília), o Uruguai, que repetiu o feito da geração de Francescoli e companhia na Copa América de 1987 (eliminou a Argentina na casa do rival), vai encarar na semifinal o Peru que, mais cedo, despachou a Colômbia. Neste domingo, Brasil x Paraguai, às 16h (de Brasília), e Chile x Venezuela, às 19h15m (de Brasília), completam as quartas de final. Todos os jogos terão transmissão ao vivo do GLOBOESPORTE.COM
Diego Pérez e Gonzalo Higuaín marcaram os gols da partida, ainda no primeiro tempo. Forlán e Suárez se destacaram pela Celeste, além do herói Muslera. Pelo lado derrotado, Lionel Messi, que criou algumas chances de gol, segue com um jejum de 16 partidas sem balançar as redes em competições oficiais. A torcida argentina, que antes do jogo ovacionou o camisa 10, aplaudiu o time após a derrota, mas a festa foi dos dois mil uruguaios presentes no Cemitério de Elefantes. O estádio que sediou a queda de grandes, como o Santos de Pelé, agora viu a eliminação da seleção do melhor jogador do mundo. A Argentina não conquista um título desde a Copa América de 1993 - exceção feita ao dois ouros que ganhou nas Olímpíadas de 2008 e 2004, competição que é disputada com no máximo três atletas acima de 23 anos por país.
Nascido em Buenos Aires, Muslera foi o nome do jogo com defesas importantes para o Uruguai (Foto: EFE)
Começo violento e festa uruguaia
Durante a semana, argentinos e uruguaios rasgaram elogios uns aos outros. Na arquibancada, apesar das provocações com Messi e Forlán, o clima harmonioso dava o tom entre os torcedores. Mas, quando a bola rolou... Logo aos dois minutos, o volante Diego Pérez exagerou na vontade e acertou um carrinho violento em Mascherano. O árbitro Carlos Amarilla não pestanejou e deu o amarelo.
A Argentina respondeu “à altura”, com Gabi Milito fazendo falta na intermediária sobre um rival. Mas pagou caro pela pancada. Na cobrança, Forlán jogou para área, Cáceres subiu mais alto que a defesa albiceleste e cabeceou. O goleiro Sergio Romero espalmou, mas a bola sobrou para Diego Pérez, sozinho, empurrar para o fundo da rede e fazer 1 a 0 para o Uruguai aos cinco minutos.
Com a vantagem, o Uruguai se entrincheirou atrás esperando a Argentina que, com quatro atacantes, tentava pressionar em busca do empate.
Depois de quase igualar com Agüero aos 14, os hermanos conseguiram o objetivo três minutos depois. Ovacionado pela torcida em Santa Fé com faixas e muitos gritos de apoio, Lionel Messi recebeu pela direita, cortou Cáceres e colocou na cabeça de Higuaín. O atacante do Real Madrid, como manda o figurino, testou para o chão no canto, sem chances para Muslera. 1 a 1.
A jogada inspirou mais ainda o craque do Barcelona que, com lances de efeito, seguia causando pavor na defesa uruguaia que, quando não conseguia parar na bola, apelava para faltas. O juiz paraguaio Carlos Amarilla, que distribuiu dois cartões no começo da partida (além de Pérez, amarelou Zabaleta), apenas contemporizava.
Gols anulados e expulsão
Forlán teve boa atuação, mas não conseguiubalançar a rede em Santa Fé (Foto: Reuters)
Aos 30, Messi bateu falta sofrida por ele próprio para Higuaín fazer outro. No entanto, o atacante estava impedido e o tento foi corretamente anulado.
Retrancado, o Uruguai só voltou a incomodar aos 35. Forlán colocou na área, Lugano acertou a trave e, no rebote, Cáceres botou no fundo da rede. O auxiliar Nicola Yegros, entretanto, marcou impedimento de Suárez.
Dois minutos depois, Diego Pérez, um dos mais viris do time uruguaio, trombou com Gago impedido um contra-ataque argentino. Amarilla não aplicou o segundo cartão amarelo e, na sequencia, o vermelho.
Mesmo com menos um, o Uruguai, aguerrido, seguia incomodando os anfitriões com lances de bola parada. Aos 44, Forlán, jogador mais atuante da Celeste, cruzou para Lugano testar e carimbar a trave de Romero, que pulou atrasado na jogada.
Jogo pegado
Sem mudanças, Argentina e Uruguai voltaram para o segundo tempo na mesma toada da etapa inicial. Ou seja: pressão dos donos da casa e bordoadas. Mascherano, logo aos três, recebeu cartão amarelo após um carrinho por trás em Forlán.
Recuado, o Uruguai segurava o ímpeto dos hermanos e amarrava o jogo que só teve o primeiro lance de perigo aos 14 quando Messi deu belo passe para Agüero chutar com perigo. Na sequencia, disposto a acabar com incômodo jejum de 15 partidas sem marcar em competições oficiais pela Argentina, Messi resolveu arriscar de fora da área. Muslera, bem colocado, segurou firme.
Aos poucos, na base da raça, o Uruguai compensava a desvantagem numérica e agredia um pouco mais a defesa argentina que claudicava com a dupla Burdisso e Gabi Milito, merecidamente amarelada após duas faltas seguidas de um e outro.
Boas chances e Tevez em campo
No entanto, apesar de ver o rival equilibrar o embate, a Argentina seguia criando as melhores oportunidades. Aos 33, Higuaín recebeu na área, girou sobre o marcador e chutou para boa intervenção de Muslera. O Uruguai respondeu logo em seguida com Forlán que recebeu belo passe de Suárez. Romero, corajoso, saiu nos pés do atacante do Atlético de Madri e salvou a pátria albiceleste.
Apagado, o genro de Maradona, Sergio Agüero, deu lugar a Carlitos Tevez que fez jus a pecha de jogador do povo e entrou em campo aos 38 sob muitos aplausos dos torcedores. Mas, logo que entrou, o ex-corintiano quase viu a casa cair com Lugano cabeceando rente à trave de Muslera.
Aos 41, Mascherano exagerou na força e acertou Suárez. Já com cartão, o capitão argentino acabou expulso. Com dez contra dez, a partida ficou mais ainda parelha e emocionante. Tevez, aos 44, quase fez a alegria argentina. Muslera, entretanto, impediu a festa da Pulga e levou o jogo para a prorrogação ao fazer duas defesas "milagrosas" em cobrança de falta de Carlitos e depois no rebote de Higuaín (assista no vídeo acima).
Messi, que teve bom primeiro tempo, tenta passar pelo volante Arévalo Ríos (Foto: AP)

Celeste assusta, Higuaín acerta a trave
Logo no terceiro minuto da prorrogação, Álvaro Pereira quase abriu o placar para a Celeste: o jogador pegou um rebote no bico esquerdo da grande área e chutou forte, rente ao travessão. Logo em seguida, Suárez arriscou de longe, mas mandou para fora.
Aos 13, boa chance argentina quando Higuaín entrou pela esquerda e acertou a trave direita de Moslera. Na sequência da jogada, Pastore tentou de fora da área, mas a bola saiu por cima do gol.
No começo do segundo tempo extra, Forlán roubou a bola da Argentina na entrada da área e bateu de canhota, mas para fora. A resposta dos donos da casa veio com Messi, que dominou quase na linha da grande área e bateu para a defesa de Muslera. Aos seis, Higuaín perdeu mais uma: recebeu na pequena área e ficou cara a cara com goleiro, que desviou para escanteio.
Aos 10, o estádio segurou a respiração por alguns segundos. Messi, que não marca pela seleção há 16 partidas, entrou driblando na área e ficou na frente de Muslera, mas foi atrapalhado pela zaga e não conseguiu marcar. O destino era a decisão por pênaltis.
Nos pênaltis, Tevez perde e Muslera se consagra
Lionel Messi recebeu do técnico Sergio Batista a responsabilidade de bater logo o primeiro pênalti. O camisa 10 não sentiu o peso e abriu o placar nas cobranças: 1 a 0 para a Argentina. em seguida, outro craque: Forlán também fez, no meio do gol. Burdisso foi o segundo argentino e marcou 2 a 1. Suárez foi para a segunda do Uruguai e empatou em 2 a 2.
"Jogador do povo", Tevez bateu mal, Muslera foi para o canto certo e pegou a cobrança do camisa 11 na direita. Scotti aproveitou a vantagem e colocou o Uruguai na frente: 3 a 2. Depois, o goleiro uruguaio quase defendeu o de Pastore, chegou a tocar na bola, mas ela passou por baixo e entrou. Gargano garantiu o 4 a 3 para a Celeste com um pênalti bem batido no canto direito. Higuaín se posicionou e chutou forte, a bola bateu no travessão, quicou no chão, bateu nas costas de Muslera e entrou: 4 a 4. A cobrança final ficou nos pés de Cáceres, que cobrou no ângulo direito. Vitória uruguaia, Argentina eliminada (veja as cobranças de pênalti no vídeo acima).
Uruguaios correm para comemorar o último pênalti cobrado por Cáceres contra a Argentina (Foto: Reuters)
argentina 1 (4) x (5) 1 uruguai
Sergio Romero, Pablo Zabaleta, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito, Javier Zanetti, Fernando Gago (Lucas Biglia), Javier Mascherano, Ángel di María (Javier Pastore), Lionel Messi, Sergio Agüero (Carlos Tevez) e Gonzalo Higuaín
Fernando Muslera, Maxi Pereira, Diego Lugano, Mauricio Vitorino (Andrés Scotti), Martin Cáceres, Diego Pérez, Arévalo Ríos (Walter Gargano), Álvaro González, Álvaro Pereira (Sebastián Eguren), Diego Forlán e Luis Suárez
Técnico: Sergio Batista
Técnico: Óscar Tábarez
Gols: Diego Pérez, aos cinco do primeiro tempo; Gonzalo Higuaín, aos 17 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Pablo Zabaleta, Javier Mascherano, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito, Fernando Gago, Carlos Tevez (Argentina); Martín Cáceres, Diego Pérez, Álvaro González (Uruguai). Cartões vermelhos: Diego Pérez (Uruguai) e Javier Mascherano (Argentina)
Estádio: Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé (Argentina). Data: 16/7/2011. Árbitro: Caros Amarilla (PAR). Assistentes: Nicolas Yegros (PAR) e Luis Sanchez (VEN)