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segunda-feira, 15 de abril de 2013

LAMENTAVEL PERDA

Crime investigado09/04/2013 | 16h23 Morte de casal surpreende familiares: eram alegres e tranquilos, diz irmão Discussão teria motivado homem a atirar na mulher e depois se matar CorrigirImprimirDiminuir fonteAumentar fonte O advogado e a estudante estavam juntos há mais de uma década Foto: Reprodução Jaqueline Sordi jaqueline.sordi@zerohora.com.br A morte do advogado Paulo Rogério Pereira Miranda, 46 anos, e da estudante de Direito Marcia Prade, 37 anos, descoberta na noite de segunda-feira em Porto Alegre, pegou de surpresa parentes e amigos do casal. Os corpos foram encontrados com marcas de tiro no apartamento onde moravam, no bairro Jardim Botânico. O irmão de Paulo, José Ricardo Pereira Miranda, conta que eles formavam um casal alegre e tranquilo. Emocionado a caminho do velório, José lembrou que ambos estavam bastante motivados nos últimos meses: — Ele fazia piadas, e ela acompanhava. Não dá pra entender o que aconteceu. A causa das mortes ainda não foi esclarecida, mas a polícia suspeita que se trate de crime passional. Após uma discussão na noite de sábado, Miranda teria atirado contra a mulher, e depois cometido suicídio. Natural de Porto Alegre, o advogado trabalhava há 22 anos na União dos Vereadores do Estado do Rio Grande do Sul (UVERGS) como consultor jurídico. Ele foi descrito pelo amigo e colega de trabalho José Augusto Rodrigues como uma pessoa normal, tranquila, e um profissional qualificado. Paulo tinha dois filhos, de 24 e 15 anos, ambos frutos de relacionamentos anteriores. O advogado já havia sido casado uma vez. Além dos filhos, ele deixa dois netos. Bem-humorada e alegre, a estudante de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Marcia Prade, chamava a atenção pela beleza e disposição. Era vista diariamente pelos vizinhos passeando com seu cachorro. Frequentadora assídua da academia, estava sempre acompanhada de Paulo quando ia se exercitar. A estudante era natural de Cachoeira do Sul e não tinha filhos. — Eles eram alegres e sorridentes, nunca houve uma cena de ciúmes. Me causou estranheza o que aconteceu — afirmou o professor Rogério Menegassi, que trabalha na academia frequentada pelos dois. O casal estava junto há mais de uma década. Eles moravam há seis anos em um apartamento localizado no terceiro andar de um edifício na esquina das ruas La Plata e Eça de Queiroz, onde foram encontrados mortos. Foto: Adriana Franciosi Entenda o caso Após uma ligação de vizinhos do casal, por volta das 20h de segunda-feira, a Brigada Militar foi até o apartamento, no bairro Jardim Botânico. Os moradores do prédio estranharam o cheiro vindo do apartamento, e alertaram a polícia, que encontrou os dois corpos com marcas de tiro já em estado avançado de decomposição. O delegado Wagner Dalcin, da 1ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP), acredita que se trata de um crime passional. Vizinhos relataram à polícia que brigas entre os dois eram constantes. Na madrugada de sábado, eles ouviram uma discussão entre o casal e logo depois escutaram de dois a três tiros. No local, foram encontradas diversas bebidas alcoólicas. O corpo de Marcia Prade, 37 anos, foi encontrado perto da porta com uma marca de tiro no pescoço. Paulo Rogério Miranda, 46 anos, estava caído na sala do apartamento, também com marca de tiro e com a arma ao seu lado.

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