ATUAÇÃO EM TODAS AS AREAS DO DIREITO
Assessoria, Consultoria e Atuação Jurídica e Administrativa completa. Sócio do HD & Associados e HD Administrações.
Direito do Consumidor; Direito Bancário; Direito Civil; Direito Tributário; Direito de Família; Direito Criminal; Direito Internacional; Direito Civil e Contratos; Direito Trabalhistas; Direito Empresarial; Direito Previdenciário; Direito das Sucessões e Inventários; Direto Eleitoral; Direito Publico e Administrativo.
Direito do Consumidor; Direito Bancário; Direito Civil; Direito Tributário; Direito de Família; Direito Criminal; Direito Internacional; Direito Civil e Contratos; Direito Trabalhistas; Direito Empresarial; Direito Previdenciário; Direito das Sucessões e Inventários; Direto Eleitoral; Direito Publico e Administrativo.
Prestamos atendimento e Assessoria Jurídica nas cidades de Chui, Santa Vitoria do Palmar, Rio grande, Pelotas e Pedro Osório-Cerrito, com possibilidade de atuação em outras comarcas. Apresentamos recursos em todas as instancias judiciais.
E-mail: drhugojuridicozs@hotmail.com
Telefone Celular: 997054247-
Horarios de Atendimento:
Segunda a Sexta das 9h as 12 h e das 14h as 19h
Sábados: das 9h as 12h
ESCRITÓRIO 01: Matriz HD Jurídico Chui /RS: Rua Peru 1.015 Chui/RS CEP 96255-000. Telefone (53)32652072
ESCRITÓRIO 01: Matriz HD Jurídico Chui /RS: Rua Peru 1.015 Chui/RS CEP 96255-000. Telefone (53)32652072
ESCRITÓRIO 02: HD Jurídico Santa Vitoria do Palmar/RS: Rua Barão do Rio Branco 549 CEP 96230-000
ESCRITÓRIO 03: HD Jurídico Pelotas: Rua Voluntarios da Patria 692 Sala 101 e Sala 102- Térreo Edificio Magnus.
ESCRITÓRIO 04: HD Jurídico Pedro Osório- Avenida Alberto Pasqualini 55 Sala B-
ESCRITÓRIO 05: HD Juridico Rio Grande: Barão de Cotegipe 433- Centro- Sala 912- Edificio Porto de Gales
sábado, 15 de setembro de 2012
Free Shops nas fronteiras é aprovado pelo Senado
Economia - 14/09/2012 - 16h31
Projeto de Free Shops nas fronteiras é aprovado pelo Senado
O projeto de lei que autoriza a instalação de lojas francas nos municípios de fronteira, permitindo a venda de mercadoria nacional ou estrangeira, nos municípios caracterizados como cidades gêmeas de cidades estrangeiras na linha de fronteira, foi aprovado pelo Senado nesta semana. A proposta foi relatada pela senadora Ana Amélia (PP-RS), que defendeu a aprovação na tribuna do Senado.
Agora, o texto retorna à Câmara dos Deputados, onde será votado em Plenário, e depois segue para sanção presidencial e regulamentação do Governo e da Receita Federal. Entre as alterações feitas está a retirada do artigo que prevê a adoção do Regime Aduaneiro Especial de Exportação pelo Varejo Nacional (EVN), o qual prevê a restituição de impostos ao turista estrangeiro antes de sua volta a seu país.
Na tribuna, durante apresentação do seu parecer, a senadora Ana Amélia destacou o esforço do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), do líder do governo, senador Eduardo Braga, do presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), além de ressaltar a compreensão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do secretário executivo Nelson Barbosa, para que ocorresse um acordo pela aprovação do projeto. Ressaltou também o trabalho do deputado estadual Frederico Antunes e das lideranças dos municípios gaúchos que estiveram em Brasília em três oportunidades para acompanhar a votação em caráter final nos últimos 45 dias.
Ao destacar a importância da aprovação do projeto, Ana Amélia afirmou que muitas cidades fronteiriças sofrem concorrência desleal por não contarem com as lojas francas, já existentes nas cidades dos países vizinhos.
"No Rio Grande do Sul, se você atravessar uma rua, vai ver a diferença do lado uruguaio, onde as cidades estão crescendo e as nossas empobrecendo, fechando lojas, empregos. Não há uma política de desenvolvimento para as cidades da região de fronteira e esse projeto é fundamental", avaliou a senadora.
No Brasil, 28 municípios serão contemplados. Dez deles no Rio Grande do Sul: Chuí, Santana do Livramento, Uruguaiana, Quarai, Aceguá, São Borja, Itaqui, Jaguarão, Porto Xavier e Barra do Quarai.
Apoio
Vários parlamentares de outros estados que possuem municípios contemplados manifestaram apoio ao projeto durante a votação em Plenário. De Rondônia, os senadores Ivo Cassol (PP) e Tomás Correia (PMDB). Do Amazonas, o líder Eduardo Braga (PMDB). Do Amapá, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL). Do Mato Grosso do Sul, o senador Waldemir Moka (PMDB). De Roraima, os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB) E Romero Jucá (PMDB). Do Acre, o senador Sérgio Petecão (PSD).
Regulamentação
A senadora lembrou que o projeto autoriza o Poder Executivo a instalar as lojas francas e caberá à Receita Federal e aos demais órgãos competentes estabelecer a regulamentação do funcionamento das lojas francas.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
FREESHOPS NO CHUI
11/09/2012 22h57 - Atualizado em 11/09/2012 22h57
Votação que autoriza freeshops no Brasil ocorre nesta quarta no Senado
Se projeto for aprovado, 10 cidades gaúchas serão beneficiadas.
Setor hoteleiro seria o maior beneficiado com a medida.
Do G1 RS
Comente agora
O projeto de lei que autoriza a instalação de freeshops em municípios brasileiros de fronteira será votado nesta quarta-feira (12) no Senado, em Brasília. A definição ocorreu nesta terça-feira (11) em reunião com a presença da relatora da matéria, senadora Ana Amélia (PP-RS), do presidente da Câmara e autor da iniciativa, deputado Marco Maia (PT-RS) e do líder do governo, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Se aprovado o projeto, 10 cidades gaúchas serão beneficiadas - Chuí, Santana do Livramento, Uruguaiana, Quaraí, Aceguá, São Borja, Itaqui, Jaguarão, Porto Xavier, Barra do Quaraí e Barracão.
saiba mais
Adiada votação no Senado do projeto que permite criar freeshops no Brasil
A matéria será analisada inicialmente na Comissão de Assuntos Econômicos, a partir das 11h, sob a relatoria da senadora Ana Amélia, onde deverá ser aprovada com emenda suprimindo o artigo que prevê a adoção do Regime Aduaneiro Especial de Exportação pelo Varejo Nacional (EVN), o qual prevê a restituição de impostos ao turista estrangeiro antes de sua volta a seu país. Depois disso, conforme acordo feito na reunião, a matéria será votada em Plenário, possivelmente ainda nesta quarta-feira (12), para ser apreciada na próxima semana no Plenário da Câmara dos Deputados.
A votação seria realizada no início de agosto, mas foi adiada devido a um pedido de vistas ao projeto por parte do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).
Além de movimentar o comércio, a maior circulação de estrangeiros no país deve representar também crescimento para o setor hoteleiro. Em Uruguaiana, que faz fronteira com Paso de Los Libres, na Argentina, a expectativa é de aumentar a ocupação nos 21 hotéis do município nos finais de semana. A cada fim de semana, cerca de 10 mil turistas passam por Rivera, no Uruguai, segundo a Associação de Freeshops de Santana do Livramento.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
ELEIÇÕES CHUI 2012 30 DIAS
A Candidatura do Renato a Prefeitura do Chui, faltando 30 dias apenas, caminha firme, e em r
itmo crescente.
sábado, 25 de agosto de 2012
MORRE NEIL ARMSTRONG
25/08/2012 16h15 - Atualizado em 25/08/2012 20h34
Morre Neil Armstrong, primeiro homem na Lua
Armstrong passou por uma cirurgia de coração em 7 de agosto.
Americano comandou a Apollo 11 e pisou na Lua em 20 de julho de 1969.
Do G1, em São Paulo
645 comentários
O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong,
em 1969. (Foto: Nasa)
O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, morreu aos 82 anos nos Estados Unidos neste sábado (25), informou a família do astronauta em nota à imprensa.
"Estamos de coração partido ao dividir a notícia de que Neil Armstrong faleceu após complicações ligadas a procedimentos cardiovasculares", diz a nota. "Neil foi um marido, pai, avó, irmão e amigo amoroso."
Em 7 de agosto, ele passou por uma cirurgia de emergência no coração, após médicos encontrarem quatro entupimentos em suas artérias, e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinnati, onde morava com a esposa.
No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."
saiba mais
Assista a vídeos sobre a trajetória do astronauta Neil Armstrong
Veja repercussão sobre a morte de Neil Armstrong
Conheça a biografia
Armstrong foi o comandante da Apollo 11, missão que chegou ao satélite da Terra em 20 de julho de 1969. Ao ser o primeiro ser humano a pisar em outro corpo celeste, Armstrong proferiu a frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.”
Nascido em 5 de agosto de 1930, Armstrong foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Em 1955, se formou em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e se tornou piloto civil da agência que precedeu a Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica).
Lá, entre outras aeronaves, pilotou o X-15 – avião experimental lançado por foguete onde ocorreram as primeiras tentativas americanas de chegar aos limites da atmosfera e à órbita do planeta. Em 2012, o X-15 ainda mantém o recorde de velocidade mais alta já atingida por um avião tripulado.
Em 1962, ele deixou a função de piloto de testes e passou a ser astronauta – com a Naca já transformada em Nasa. Sua primeira missão espacial foi como comandante da Gemini 8, em março de 1966, onde ele e o astronauta David Scott fizeram a primeira acoplagem de duas naves espaciais. Na ocasião, ele se tornou o primeiro civil americano a ir ao espaço.
Durante o voo, os dois quase morreram. Enquanto a nave estava sem contato com a Terra, a Gemini 8, acoplada na sonda Agena, começou a girar fora de controle. Inicialmente, Armstrong achou que o problema era com a Agena e tentou diversas opções para parar o giro – sem sucesso. Ao desacoplar as duas naves, o problema piorou. A instantes de perder a consciência pela velocidade com que a Gemini 8 girava, Armstrong usou os motores que serviam para a reentrada na Terra para controlar a espaçonave. A Gemini parou de girar e a dupla fez um pouso de emergência próximo ao Japão, sem completar outros passos da missão, como uma caminhada espacial que seria realizada por Scott.
Armstrong no módulo lunar Eagle, após pouso na Lua (Foto: Johnson Space Center Media Archive)
saiba mais
Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua
Veja o especial do G1 sobre os 40 anos da chegada do homem à Lua, feito em 2009
Confira galeria de imagens da missão Apollo 11
Animação mostra como foi viagem à Lua
Após a missão, Armstrong acompanhou o presidente americano Lyndon Johnson e outros astronautas em uma viagem à América do Sul que incluiu o Brasil. Segundo sua biografia oficial, escrita por James R. Hansen, Armstrong foi especialmente bem recebido pelas autoridades brasileiras por conhecer e conversar bem sobre a história de Alberto Santos Dumont.
Apollo 11 e a ida à Lua
Com o fim do programa Gemini e o início do Apollo, Armstrong foi selecionado como comandante da Apollo 11. Segundo a Nasa, não houve uma escolha formal inicial de quem deveria ser o primeiro a pisar na Lua. Todos os astronautas envolvidos no Apollo, segundo eles, teriam chances iguais.
As missões eram organizadas para cumprir uma crescente lista de tarefas. Assim, a Apollo 7 era um voo de teste do módulo de comando – o que era chamado de “missão tipo C”. A seguinte, 8, testou a viagem até a Lua. A 9 testou o módulo lunar, uma missão tipo “D”. Se houvesse qualquer problema em uma dessas missões, ela deveria ser retomada até dar certo.
Por isso, embora Armstrong e sua tripulação, Buzz Aldrin e Michael Collins, estivessem com a primeira missão do tipo “G”, que tentaria um pouso – não estava garantido que eles de fato fossem ser os primeiros a fazer isso. Qualquer problema nas missões anteriores e a 11 poderia ter que assumir etapas preparatórias.
Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade."
Neil Armstrong, em 20 de julho de 1969
Quando ficou razoavelmente claro que a Apollo 11 seria a primeira missão a tentar o pouso, a mídia americana passou a informar que Buzz Aldrin seria o primeiro homem na Lua. A lógica dos jornalistas seguia o fato de que no programa Gemini o piloto – não o comandante – era quem saía da nave. Além disso, os primeiros materiais de divulgação feitos pela Nasa mostravam o piloto saindo primeiro e o comandante depois.
Em uma coletiva de imprensa feita em abril de 1969, a Nasa informou que a decisão de fazer Armstrong sair primeiro foi técnica, já que a porta do módulo lunar estava do lado dele. Em entrevistas dadas mais tarde, Deke Slayton, chefe dos astronautas na época, disse que a decisão foi “protocolar”: ele achava que o comandante da missão deveria ser o primeiro na Lua. As opiniões de Armstrong e Aldrin, segundo ele, não foram consultadas.
O pouso
Após a decolagem em 16 de julho, Armstrong e Aldrin começaram a descida até a Lua em 20 de julho no módulo lunar, apelidado de “Eagle”. Durante a descida, a menos de dois mil metros de altura, dois alarmes soaram indicando que o computador estava sobrecarregado. Seguindo a orientação do controle de missão, Armstrong os ignorou e manteve o pouso.
Ao olhar pela janela, viu que o computador os estava levando para uma área com muitas pedras. O americano então assumiu o controle manual da nave e pousou. Ao encostar na Lua, restavam apenas 25 segundos de combustível no Eagle.
As primeiras palavras de seres humanos na Lua foram, na verdade, Armstrong e Aldrin fazendo a checagem pós-pouso. Termos técnicos como “parada de motor”, “controle automático ligado”, “comando do motor de descida desligado”. Apenas ao final dessa lista, Armstrong falou com a Terra: “Houston, Base da Tranquilidade aqui. A Águia [“Eagle” em inglês] pousou”.
Durante todo o processo de pouso, o controle na Terra se manteve em silêncio, permitindo que a dupla se concentrasse. Com o contato de Armstrong, o astronauta Charlie Duke, em Houston, respondeu bem humorado: “vocês têm um monte de caras quase ficando azuis aqui, estamos respirando de novo.”
Armstrong e Aldrin ficaram 21 horas e 36 minutos na Lua – duas horas e 36 minutos caminhando por ela. O tempo fora da nave foi progressivamente aumentado a cada missão Apollo – na última, a 17, os astronautas ficaram mais de 22 horas fazendo caminhadas lunares.
Retorno à Terra e vida pessoal
Armstrong, em imagem de 2006, após receber prêmio (Foto: NASA Kennedy Center Media Archive Collection)
Neil Armstrong foi recebido como herói após sua volta, com condecorações de diversos países. A mais recente foi a medalha de honra, a mais alta honraria concedida pelos Estados Unidos, dada a ele e a outros pioneiros espaciais em novembro de 2011.
Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso."
Neil Armstrong, em 2007
Após a missão de 1969, ele assumiu uma posição de gerência na Nasa e participou da investigação do acidente da Apollo 13. Ele se aposentou da agência em 1971.
Em 1970, obteve um mestrado em engenharia aeroespacial da Universidade do Sul da Califórnia. Depois, virou professor na Universidade de Cincinnati, onde morava, até 1979. Armstrong também fez parte da mesa diretora de algumas empresas americanas. Em 1986, a convite do presidente americano Ronald Reagan, participou da investigação do acidente do ônibus espacial Challenger.
Vida de reclusão
Armstrong casou com Janet Shearon em 1956, com quem teve três filhos: Eric, Karen e Mark. Karen morreu de câncer no cérebro em 1962, aos três anos, e jamais viu o pai ir ao espaço. Ele e Janet se divorciaram em 1994, após 38 anos de casamento. No mesmo ano, ele se casou com sua segunda esposa, Carol Knight.
Armstrong viveu uma vida de reclusão após a Apollo 11. Convidado frequentemente por partidos americanos, ele se recusou a concorrer a um cargo político. Armstrong também raramente era visto em público e quase nunca dava entrevistas, além de não costumar tirar fotos ou dar autógrafos, porque não gostava que eles eram vendidos por valores que ele considerava “absurdos”. Sua única biografia autorizada foi publicada em 2005. Ele também costumava processar empresas que usavam sua imagem sem autorização e doar as indenizações recebidas à faculdade em que se formou. Em 2005, processou seu barbeiro por ter vendido fios de seu cabelo por US$ 3 mil. O barbeiro teve que doar o valor para a caridade.
Em 2007, 38 anos após a viagem à Lua, em uma rara aparição em público, Armstrong se definiu como "um engenheiro nerd". "Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso. E eu tenho um grande orgulho das realizações da minha profissão," disse.
Em 2009, ele fez uma viagem "secreta" ao Brasil, onde passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A nota da família sobre a morte de Armstrong é encerrada com um pedido: "Para aqueles que perguntam o que podem fazer para honrar a Neil, temos um simples pedido. Honrem seu exemplo de serviço, feitos e modéstia, e a próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a Lua sorrindo para você, lembre de Neil Armstrong e dê uma piscadela para ele.”
domingo, 12 de agosto de 2012
AMERICAN PIE 4
Ótimo filme, fala sobre amadurecimento.
A critica abaixo explica melhor.
Após American Pie - A Primeira Vez é Inesquecível, nada menos que sete sequências foram feitas, cada uma conseguindo superar negativamente o filme anterior. E tudo isso chegou a um ponto em que a mera menção da franquia já era motivo de reprovação. O anúncio de American Pie: O Reencontro certamente arrancou suspiros e muitos “Ah, não! De novo?!”, mas o filme merece uma chance.
O primeiro American Pie pode ser considerado o pai do besteirol estereotipado norte-americano (no sentido mais amplo do termo) tal como o conhecemos. As comédias genéricas que vieram depois nada mais fizeram do que copiar a fórmula. O mérito do último filme da franquia está em repetir o modelo do primeiro com os mesmos personagens sem repetir literalmente as piadas.
O roteiro reproduz, com excelência, situações governadas pela personalidade, agora amadurecida, dos cinco amigos sem, em momento algum, cair em pura vulgaridade apelativa. É como se cada um deles tivesse engrandecido suas principais características e nunca tivessem perdido a própria essência. Sem ter transformado todos eles em pais de família, o longa aproveita todas as deixas possíveis para trabalhar a relação dos personagens centrais com o sexo oposto: Jim continua se submetendo a todo tipo de situação como as que lhe renderam fama; Oz e Kevin revivem antigos amores, cada um à sua maneira e com desfechos completamente opostos; Finch encontra na intelectualidade e no espírito livre o desapego à mãe do amigo; Stifler, como de costume, ganha e perde como se vivesse em um constante jogo de azar e tem a merecida (?) vingança. Até mesmo o Sr. Levenstein (ou “Pai do Jim”), agora viúvo, sai à procura de uma nova dama.
Direção e roteiros juntos provaram que Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg são capazes de produzir comédias muito melhores que as da franquia Harold & Kumar. O que a dupla fez é um provável fruto de uma profunda admiração pela criação de Adam Herz, afinal, é muito raro e complexo conseguir reproduzir com mérito e segurança obras de outros autores tal como fez a dupla.
O grande ponto positivo dessa película é ter todos os elementos essenciais equilibrados entre si. Sem excluir personagens (até mesmo Sherman, ou The Sherminator, ganha o seu final feliz), a produção encerra tudo com um tom de dever cumprido e nostalgia despertada. Sem pontas soltas e com uma deixa sutil para uma sequência que, espero, nunca venha a existir, a sessão termina e deixa aquela sensação maravilhosa de desfecho satisfatório.
Assinar:
Postagens (Atom)






